🎙️ Press Release: Novo Single de Sandra Lourenço “Eventuality” – dedicado à sua mãe
LANÇAMENTO A 25 DE JULHO DE 2025
Julho 2025 | Setúbal, Portugal
“Eventuality” é o terceiro single da cantora e artista visual portuguesa Sandra Lourenço, escrito durante um período de desintegração emocional e concluído sob o peso de uma profunda crise familiar.

Data de Lançamento: 25 de Julho de 2025
Editora: Bullet Productions
Instrumentos/Vozes: Sandra Lourenço
Autora: Sandra Lourenço
ISRC: QZTBD2503646
🎧 Acerca da Canção
Originalmente composta em 2020 apenas com duas linhas de baixo e duas linhas vocais, esta música marca a primeira canção que Sandra escreveu no baixo. Embora tenha nascido das cinzas de uma relação amorosa em colapso, a canção ganhou um significado muito mais profundo durante o processo de gravação—enquanto Sandra se via a enfrentar o rápido declínio físico e cognitivo da mãe, e a dor do pai após quase 50 anos de casamento.
Nas palavras de Sandra:
“Esta canção começou por falar de um amor que murchou. Mas, ao gravá-la, transformou-se em muito mais—sobre impotência, perda e o desmoronar silencioso de tudo o que nos é familiar.”
A gravação esteve interrompida durante um mês , pois a mãe de Sandra foi hospitalizada, estando agora à espera de vaga num lar devido à progressão da bipolaridade e da esquizofrenia que a deixaram quase totalmente desligada de si própria. Nesse espaço de fragmentação, “Eventuality” tornou-se um veículo para processar o que não podia ser dito em palavras.
✨ Sente a intensidade de ‘Eventuality’ ao ouvi-la agora:
🎨 Sobre a Obra Gráfica
A capa de Eventuality foi, mais uma vez, pintada à mão por Sandra. À primeira vista, pode parecer simples—mas, tal como a canção, convida a uma contemplação mais profunda.
Um vaso partido, flores murchas, um salpico de sangue, água sobre a mesa—cada elemento carrega um peso simbólico. Com um tom mais realista mas ainda assim inquietante,a pintura reflete a sensação de algo belo a desfazer-se silenciosamente diante dos nossos olhos. Espelha tanto o desgaste da relação amorosa como a perda lenta e dolorosa da essência da mãe.
“Os detalhes são subtis mas carregados. É como a vida—por fora parece que conseguimos manter tudo no lugar. Mas, por dentro, tudo se vai desmoronando em silêncio.”


🎬 Sobre o Vídeo
The music video for Eventuality is Sandra’s most visually stark work to date. Alone in black clothing, against a black background, she performs alongside multiple versions of herself, illuminated only by an eerie aquamarine glow—the same hue as the song title on the cover.
This color holds deeper meaning: it represents the throat and heart chakras, symbolizing Sandra’s emergence from silence—finally speaking from the heart rather than the mind.
The result is raw and visceral. A dark landscape of self-reflection, vulnerability, and the first steps toward healing.
“This was the first song where I felt I was truly singing from my heart. The video captures that tension between wanting to speak and being afraid to feel.”
📎 Contatos
E-mail: mail@sandralourenco.pt
Telemóvel: +351 91 437 29 71
🌹 Sobre a Artista
Sandra Lourenço is a multidisciplinary artist blending music, visual art, and soul-level storytelling. Her previous singles Time Stood Still e You’ll Never Know received praise for their emotional honesty and atmospheric beauty. With Eventuality, Sandra deepens her exploration into themes of identity, grief, and inner collapse—transforming personal pain into sonic truth.
Menções Anteriores

«É, talvez para mim, a mais bela surpresa artística nesta maré pandémica, que nos privou de concertos durante mais de um ano. Em 45 anos de jornalismo musical, nunca tinha conhecido uma jovem autodidata instrumental como SANDRA BULLET. Um pouco na linha de Paul McCartney na sua era pós-Beatles. Nascida em Setúbal, mas radicada em Coimbra, é uma cantautora portuguesa de rock alternativo, multi-instrumentista, com um toque indie e um som à moda antiga.» – José Oliveira
«No geral, este foi um álbum mesmo divertido de ouvir. Nunca tinha ouvido falar da Sandra antes e sinto que estive a perder algo. O seu som deixou-me verdadeiramente nostálgico pela música dos anos 90 e início dos anos 2000, mas feita de uma forma com a qual me identifico em 2021. Também acho importante destacar como a indústria tenta envelhecer as mulheres demasiado rápido e, embora ela ainda seja jovem, está a quebrar essa “norma.” Ela sublinha que nunca é tarde para ir atrás dos nossos sonhos. Esta é uma forma maravilhosa de ver a vida e foi algo que realmente me atraiu nela como artista. Estou muito entusiasmado por ver para onde a sua carreira irá a partir daqui.» – Sydney Blasi




